quinta-feira, 15 de julho de 2010

Ah! Se eu pudesse...


Ah!Se eu pudesse controlar o tempo...
Prolongaria momentos
Tão bons e prazerosos
Como a beleza de um luar.

Relembraria a minha infância
Traria à minha lembrança
Os brinquedos e a inocência
De alguém que sabia viver.

E os meus erros, concertaria
alguns, novamente os cometeria.
Talvez perdoasse mais,
talvez me enganasse menos.

Ah!Se eu pudesse desenhar o mundo
as pessoas seriam anjos
sempre dispostos a ajudar.

O nosso planeta,
teria forma de coração
não haveria poluição
nem crianças sem um lar

O barulho da chuva seria canção
e todos dentro desse coração
amariam sem cessar

Ah!Se eu pudesse ser mais humano...
Controlaria,desenharia,viveria
em um mundo melhor.
E o respeito faria parte da constituição brasileira
Onde o amor seria lei;
Felicidade, um ideal
E enfim saberíamos o que é viver

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Um futuro difícil


Não sou a rainha da informática,longe disso;na realidade, sou uma tragédia. Meu filho quis me dar um IPod, e quando foi me mostrar o quanto é fácil lidar com essa estranha coisa, aos primeiros sete minutos de aprendizado agradeci e recusei.Não dá; um IPod, que é manejado com a maior perícia por uma criança de 6 anos,é demais para minha frágil cabeça. Escrevo num computador-o mínimo possível- porque aprendi na marra, e que ninguém tente me ensinar como escanear uma foto ou coisas do gênero. Computador para mim é para mandar e receber textos e e-mails, e estamos conversados. IPod? Nem morta.E tem mais:mandei desativar a caixa postal do meu celular.Se alguém me ligar e ele estiver na bolsa, o que aliás é raro, eu atendo. Celular para mim é um telefone comum, daqueles bem de antigamente,que recebe e faz chamadas(para eu não ter que ir a um orelhão), e está mais que bom. E nem me fale dos que tiram fotos, mandam mensagens e se comunicam pela internet, que sou capaz de desmaiar na hora. Isso para não falar de pessoas que passam horas no computador falando com quem não conhece, mentindo e ouvindo mentiras, e perdendo a coisa mais preciosa que existe na vida que é o tempo. Convenhamos: andam exagerando, e minha pergunta é aquela que minha avó fazia: onde é que vamos parar?
Mas cada dia surge uma novidade: outro dia um amigo que entende dessas maravilhas- e quem não entende,fora eu?- me contou que existe uma coisa nova(que não sei o nome, naturalmente) que se acopla no computador e você fala- não escreve, fala mesmo- com um amigo que está em São Paulo, Nova york ou Pequim, e vendo, na tela, o rosto do outro. E mais: de graça. Com essa novidade de ouvir a voz da pessoa vendo a cara dela, onde é que fica a saudade? É claro que nada vai substituir um abraço apertado, ficar de maõs dadas, um cheiro no cangote(por enquanto), mas que saudades do tempo em que se tinha saudades de verdade, em que se escreviam cartas, que pela letra no envelope se sabia se era ou não dele, ah, como era bom. E um telegrama dizendo que ele ia chegar?
Existem coisas que quase não se faz mais: ir ao aeroporto levar ou buscar uma pessoa, por exemplo, por mais amada que ela seja. É o trânsito, o perigo dos assaltos, o estacionamento, a falta de tempo, os aviões que atrasam e-vamos admitir- o comodismo.Mas como se pode amar de verdade esperando em casa, no meio de todos os confortos, que a pessoa amada simplesmente chegue e aperte a campainha, essa coisa tão simples? Os entregadores de supermercado, da farmácia, do correio, tocam a campainha da mesma maneira, o som é o mesmo, e quando você está esperando pelo homem amado pode ser que chegue uma notificação da Receita Ferderal dizendo que você caiu na malha fina. E a emoção? E o coração disparado? Mas no tempo em que se ia ao aeroporto e ele aparecia cansado , procurando por você e você por ele e os olhos se ncontravam, existia coisa melhor?
E quando o telefone tocava e você atendia esfogueada, sem saber se era ele ou não, e quando era, saber que a felicidade ainda existe? E as surpresas que você tinha de receber um telefonema de pessoas que andavam esquecidas e que apareceram de repente, do nada, depois de uma longa ausência, isso quando ainda não existia o tal do bina?
A tecnologia- e é uma nova a cada dia- está acabando com o inesperado, com o imprevisto, e o que são os sentimentos, bons ou ruins, frustrantes ou maravilhosos, se uma maquininha já anuncia o que vem por aí? E o que vai ser da saudade e o que vai ser do amor?
(DANUZA LEÃO, Folha de São Paulo, domingo, 05 de março de 2006)
E-mail - danuza.leao@uol.com.br

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Um bom dia para ser feliz!



Hoje acordei com um belo sorriso no rosto.
Ao levantar-me, a luz, que de mansinho invadia meu quarto,me fez acreditar que o dia de hoje poderia ser diferente.
Ao me espreguiçar, tirei de mim toda tristeza que ainda existia...
Ao me olhar no espelho, vi, diante de mim, a imagem de uma pessoa poderosa, que pode e vai alcançar tudo aquilo que deseja.Basta confiar!
Percebi também que tudo estava renovado...as forças, aspirações, anseios, esperanças...
Tudo parecia ser novo...
Os sonhos? Ah! os sonhos...
Ao lado deles estava também algo muito importante: a possibilidade de realização!
Mas, eu me perguntava: - O que há de tão diferente? O que há de novo em minha vida?
Eu não sabia...absolutamente...
Porém, a resposta veio.
Depois de muito pensar,encontrei a resposta.
O "novo" que surgiu hoje é algo que deve ser cultivado diariamente.
Descobri que o que tornou o dia de hoje diferente foi o simples desejo de VIVER!
Desejo de ser feliz...desejo de fazer outros felizes...
Foi aí que descobri que essa é a verdadeira essência da nossa existência!
Quando não temos vontade de viver,simplesmente esistimos...
Mas quando realmente desejamos viver, além de existirmos, também VIVEMOS!
Realmente, hoje é um bom dia para ser feliz!
Belle Époque para você!
Faça de cada dia o melhor dia de sua vida!
Um bom dia para você!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Sou poeta


No mistério dos porquês,
Aprendi que muitas vezes
A resposta se esconde na própria pergunta.
Sempre gostei dos desafios.

Desafiava conceitos,
Brincava com as palavras.
E quando não tinha respostas,
Eu as inventava.

Foi aí que descobri que sou poeta...
Descobri que os poetas não inventam palavras,
Eles apenas as colocam nos seus devidos lugares.
Descobri que os poetas têm resposta pra tudo
E até da tristeza eles conseguem colher alegrias.

Sou poeta, sou feliz
Não sou melancólico, sou romântico
Eu existo, eu vivo....
E escrevo...

Gosto de brincar com as palavras
Envolvê-las em meus braços
E fazer com elas o que bem quiser
Porque sou poeta...
E os poetas sempre têm razão!


Lays Millena

Primeira postagem!


Belle Époque( bela época,em francês),foi um período que começou no final do século XIX (1871) e durou até a eclosão da Primeira Guerra Mundial,em 1914. Foi uma época marcada por profundas transformações culturais que se traduziram em novos modos de pensar e viver o cotidiano.
A idéia de dar esse nome ao blog não veio por acaso!
Nunca é tarde para inovar e inovar-se...Em 24 horas, nós desempenhamos as mais diversas atividades.Porém, muitas vezes esquecemos que a felicidade não está tão distante...Às vezes, ela;sim,a FELICIDADE está ao nosso lado, ou quem sabe à nossa frente, em uma página de um blog....a FELICIDADE está aí, diante de você...Mas ela só pode ser vista por olhos aguçados, olhos que sabem reconhecer que este momento pode ser um Belle Époque na sua vida!
Belle Époque para você!
Uma nova era começou!
E juntos navegaremos no mar das palavras, em uma viagem que nunca terá fim!
Bem vindo(a)!!