quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Médiuns realizam palestras e sessões de psicografia em Aracaju

Os respeitados médiuns Rogério Leite e Marli Mansini estão de volta a Aracaju. O casal, que chega hoje em Sergipe, ficará em Aracaju até o próximo domingo, dia 01/9. A última visita dos médiuns foi no mês de abril, onde, nas sessões de psicografia, várias famílias receberam a conhecida “Carta Consoladora”, assim chamada pelo médium Chico Xavier, por trazer mensagens psicografadas de entes queridos falecidos. Dessa vez, os médiuns farão palestras e duas sessões de psicografia.

Agenda

FOTO: Lays Millena
Hoje (29), Rogério Leite e Marli Mansini estão no Grupo Espírita Irmão Fêgo, que fica na rua vereador João Claro, 261, bairro Siqueira Campos. A partir das 19h, os médiuns farão um encontro com famílias, especialmente com as mães, para esclarecer dúvidas sobre diversos temas, entre eles a psicografia.

Amanhã, sexta-feira (30), será realizada a primeira sessão de psicografia, no Grupo Espírita Trabalhadores do Bem, situado à rua Ribeirópolis, 547, bairro Cirurgia. A partir das 07h da manhã, serão distribuídas as senhas e também um papel, onde são solicitadas informações básicas: nome do ente querido, data de nascimento e de falecimento. A partir das 08h, começa o atendimento fraterno, onde os solicitantes farão um breve contato com os médiuns. Recomenda-se chegar cedo ao local, porque o número de senhas é limitado e o atendimento segue até às 11h. Às 15h, as cartas começam a ser psicografadas publicamente e, nesse momento, a presença do solicitante é indispensável, pois, assim que são escritas, é realizada a leitura pública.
FOTO: Lays Millena

No sábado (31), os médiuns farão o mesmo encontro com as famílias, mas desta vez no Grupo Espírita Trabalhadores do Bem (endereço acima), a partir das 19h. Já no domingo (01), será realizada a última sessão de psicografia, agora no Grupo Espírita Irmão Fêgo, com os mesmos horários e procedimentos citados anteriormente.

O médium Rogério Leite sempre faz questão de ressaltar que o objetivo das sessões de psicografia não é mudar a religião de ninguém. “São sessões ecumênicas, onde o único objetivo é levar conforto aos corações saudosos”, destaca. Na agenda do casal, já está marcada a próxima visita a Aracaju: entre os dias 10 e 12 de outubro, eles voltarão para lançar o livro “Irmã Elizabeth da Trindade, a fé que se fez obras” e também realizar outra sessão de psicografia. Para mais informações, ligue para Weldison Sá (presidente do Grupo Espírita Trabalhadores do Bem), no número (79) 8824-1058.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Mais uma vez, a saudade apertou!


Saudade de você... e que saudade! É claro que sinto todos os dias, mas em alguns momentos ela aperta de um jeito, Arthur! Sei que não é diferente com você e vô Inácio. Sei que a linha que nos separa é muito tênue e os véus da saudade, que surgiram após a separação terrena, são os mesmos que nos aproximam diariamente. Muitas coisas mudaram, mas nem tanto. Ainda posso conversar com você, posso ouvir músicas que nos divertiam, posso lembrar de tudo como se fosse ontem. A grande diferença é que não consigo mais olhar nos seus olhos, ver aquele sorriso largo, receber o abraço engraçado que você dava em mim e tia Telma...

Falta o físico, a matéria. Mas sempre estará aqui, dentro de mim, o amor genuíno, puro, totalmente sem mácula. Esse amor desprovido de interesses, o amor de irmão, de amigo, que Jesus tanto pediu que cultivássemos e que, através de você, pude e posso viver. Continue seguindo sua missão com vô Inácio, que eu vou seguir a minha por aqui... Mais uma vez, muito obrigada por tudo! Sei que você e voinho estão por perto... Nós te amamos!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Para refletir...

FOTO: Adilson Andrade

Tenho um carinho especial por São Cristóvão. Não nasci na quarta cidade mais antiga do Brasil, mas morei lá desde as primeiras horas de vida até os 18 anos. Acompanhei alguns avanços e retrocessos, pilantragens, boas ações e outros aspectos que fazem parte de uma administração. Testemunhei a euforia da população com o ex-prefeito Alex Rocha, considerado, há quatro anos, a grande solução para as mazelas do município sofrido. Que nada! A decepção foi muito maior que o voto de confiança. Alex, que é uma pessoa excelente, não aproveitou a chance que tinha nas mãos e trouxe ainda mais problemas para São Cristóvão. 

O desgaste foi tanto que ele mesmo percebeu que não havia mínimas condições de disputar a reeleição. Lamentável. Agora, a cidade inicia um novo ciclo. Aliás, nem tão novo assim. A prefeita Rivanda Farias é a atual administradora, mas o esposo dela, Armando Batalha, já foi prefeito da cidade e todos sabem que ele era o candidato no lugar dela até menos de 24 horas para a realização do pleito. Rivanda tomou posse, mas a população sabe que Armando estará sempre na sombra dela, tomando decisões e atuando de forma enérgica. Torço para que, desta vez, dê certo. 

A primeira mulher a administrar o município não pode decepcionar os sãocristovenses. Espero que trabalhem com garra e compromisso. Espero que não arrasem os cofres do município, mas que utilizem as verbas para dignificar esta cidade, que vem sendo tão maltratada ao longo dos últimos anos. A esperança se renova. São Cristóvão não pode mais esperar. Rivanda e, por tabela, Armando, têm o voto de confiança do povo. A decisão é deles. Fazer um bom trabalho ou repetir a canalhice que se instalou na cidade centenária? Eis a questão...

domingo, 15 de abril de 2012

Uma experiência inesquecível...


Cerca de 300 pessoas foram ao Grupo Trabalhadores do Bem
Uma das coisas mais certas que ouvi até hoje é que sempre haverá uma “primeira vez” para tudo na vida. Quem não se lembra do primeiro beijo, da primeira bicicleta ou, em tempos modernos, do primeiro smartphone? Em cada fase, carregamos experiências diversas, umas menos importantes que outras, mas todas elas com um significado especial. Após algum tempo sem postar nada no blog, trago a você, amigo leitor, uma experiência inesquecível vivida por mim na quinta-feira, 12/4. Antes de continuar a leitura, peço que, se possível, deixe de lado qualquer preconceito religioso e tente absorver a beleza e aprendizado da mensagem.
Tudo começou na manhã da quinta, por volta das 11h30, quando vi, em uma postagem no facebook, que os médiuns Rogério Leite e Marli Mansini (esposa dele) estariam no Grupo Trabalhadores do Bem para realizar uma sessão de psicografia. Impulsionada pela curiosidade e esperança, fui o mais depressa possível para o local, mas todas as senhas já tinham sido esgotadas. As senhas servem para que as pessoas tenham uma breve entrevista com os médiuns, onde se perguntam o nome dos entes queridos falecidos, a data em que morreram e a causa da morte. É algo rápido, sem muitos detalhes. Bom, depois de me conformar com o meu atraso, fiquei aguardando o tão esperado momento da psicografia. As pessoas não paravam de chegar. Pelas contas, cerca de 300 pessoas estavam presentes quando a sessão começou. Rogério e Marli passaram muito tempo em uma sala, se preparando para a sessão, que começou às 16h.

Coração na mão. Em cada rosto, a esperança de receber uma carta consoladora de alguém amado. Durante cerca de uma hora e meia, os médiuns psicografaram várias cartas. Marli foi a primeira a ler os relatos. E é exatamente nesse momento que todos deixam de lado qualquer preconceito religioso e enxergam um novo horizonte, cheio de alegria e paz. A médium lia as cartas e detalhes minuciosos arrepiavam todos. Imagine alguém, que você nunca viu na vida, ler uma carta com nomes de seus parentes, histórias pessoais e coisas que só você sabe. É exatamente assim que acontece. Enquanto Marli fazia as leituras, cada mãe, tia, pai, avó se levantava e, ao final, ia à frente pegar a carta. Em um relato, lembro que um rapaz falou, inclusive, que a maior vontade dele era ligar para o telefone (79) xxxx-xxxx, cujo número não me recordo agora, mas confirmado pela família. Continuando o relato, o homem dizia que, na impossibilidade de ligar, “se contentava com a tinta da caneta”. Todos ficaram boquiabertos. Para não deixar dúvidas pairando no ar, a assinatura presente no texto era exatamente IGUAL à do(a) falecido(a). Logo depois, Rogério leu as mensagens que conseguiu psicografar e a emoção se repetiu. Segurar as lágrimas? Duvido que alguém tenha conseguido. Ao final, foi realizada uma prece de agradecimento a Deus por aquelas horas tão gratificantes. Marli anunciou que ela e o marido já receberam convite para retornar a Aracaju em agosto. A espera será um tanto longa, mas a alegria de tê-los aqui é infinitamente maior.

Amigo(a) leitor(a), sei que o texto já está grande, mas palavras não são suficientes para descrever a emoção que senti naquele dia. As pessoas têm um preconceito enorme com o espiritismo, mas não podemos negar as coisas boas que essa comunidade proporciona. A fraternidade espírita é latente. O amor, carinho e cuidado são características próprias desses grupos que, diferente de muitos, acreditam que a nossa vida na Terra é passageira, porque, na realidade, tudo ganha sentido quando retornamos ao plano espiritual. Naquele dia, deixei de lado a aula que tinha na universidade e, se tivesse oportunidade, faria tudo outra vez. A felicidade dos irmãos também é nossa e ver a alegria estampada nos rostos mexeu muito comigo. Como a própria Marli disse, devemos lembrar o exemplo de Maria, mãe de Jesus, que doou o próprio filho e também sentiu a dor de vê-lo morrer. Sigamos também o exemplo dessa grande mulher, no que se refere ao respeito e amor ao próximo. Deus nos ama e cuida de nós em todos os momentos. Façamos isso também com os nossos irmãos!
Compare as assinaturas da carta com a do documento. Grande semelhança.
Foto extraída do site Cartas Consoladoras, postada pela mãe do garoto.

*Se quiser conhecer melhor o trabalho dos médiuns Rogério H. Leite e Marli Mansini, acesse o site 
http://cartaconsoladora.com.br/

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Esporte: agente transformador numa sociedade corrompida


Não há como fechar os olhos para a realidade do mundo atual. Drogas, roubos, a violência crescente e desmedida configuram uma sociedade carente de valores. Os problemas, que antes eram apenas de alguns, hoje se tornaram uma grande ferida para todos, independente da idade, bairro ou classe social em que estejam. O fato é que muitos de nós, durante anos, achamos que o único que poderia usar drogas ou provocar qualquer tipo de dano à sociedade fosse o filho do vizinho. A mazela estava sempre distante, até o dia em que um caso desses apareceu na família. As pesquisas não negam: nos últimos anos, o número de usuários de drogas tem crescido cada vez mais no Brasil e a violência atinge índices alarmantes. Diante disso, surge a pergunta: o que devemos fazer?

Parece (e é) surreal pensar que a solução para esses problemas está apenas em nossas mãos, porque, de fato, não está. Mas também não adianta sentar em frente à TV e menear a cabeça diante dos fatos. É preciso atitude para mudar e foi exatamente pensando nisso que, em muitas cidades do nosso país, as autoridades encontraram na prática esportiva uma maneira de afastar jovens e crianças da criminalidade. Em 2003, o Ministério dos Esportes desenvolveu o projeto Segundo Tempo, que visa a integração do indivíduo à sociedade através da prática esportiva, com atividades no turno oposto ao horário de aula. O projeto é realizado em escolas do Brasil inteiro e já tem surtido bons efeitos, afinal, a criança passa por uma formação e o esporte é base nesse processo. No Mato Grosso do Sul, por exemplo, a prática esportiva tem sido grande aliada na recuperação de jovens envolvidos com drogas e, em 2009, mais de 118 mil crianças foram atendidas.

Em Sergipe (nosso belo Estado), o esporte também está cumprindo o seu papel. Além do projeto Segundo Tempo, também foi implantado o projeto Vida Alegre que, em pouco mais de um ano de existência, atende cerca de cinco mil crianças, oferecendo escolinhas de iniciação esportiva. Além desses, temos outros muitos exemplos de como o esporte tem sido efetivo para afastar crianças e jovens da criminalidade que nos cerca.

No entanto, embora a prática esportiva esteja crescendo, a marginalidade também avança sem controle. Não há dúvidas do poder transformador do esporte, mas, para que as mudanças aconteçam, precisamos encará-lo dessa forma. Isso, obviamente, não é a uma solução imediata, pois a prática esportiva exige, acima de tudo, paciência. Trata-se de jogar sementes, esperar que elas germinem, cresçam e deem bons frutos. Frutos esses que, por sinal, já estão surgindo.


Lays Millena é estudante de Jornalismo (UNIT) e Letras Português-Espanhol (UFS)
.

Foto: Ascom/ SEEL

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O apelo de uma cidade que sofre

De São Cristóvão a todos que acompanham e/ou contribuem com o descaso que me persegue.

Primeiramente, gostaria de me apresentar aos senhores. Todos me conhecem como a “quarta cidade mais antiga do país”. Fui a primeira capital sergipana, fundada por Cristóvão de Barros no dia 1° de janeiro de 1590. Em 1637, fui invadida pelos holandeses e fiquei, praticamente, destruída. Em meados do século XVIII, fui reconstruída e, em 08 de julho de 1820, com o decreto de D. João VI, Sergipe emancipou-se da Bahia e eu me tornei a capital. Anos depois, criou-se um movimento, com o objetivo de transferir a capital para outra cidade que tivesse um porto capaz de receber embarcações de grande porte, para facilitar o escoamento da produção açucareira. Foi então que, em 17 de março de 1855, Aracaju tornou-se a capital sergipana e eu perdi meu nobre título. No entanto, em agosto do ano passado, ganhei outro título importantíssimo. A Praça São Francisco agora é Patrimônio Histórico da Humanidade e não param de chegar turistas para me visitar todos os dias. Fico até tímida com os olhares admirados e flashes que registram, modéstia à parte, toda a beleza histórica e cultural que tenho.

Sem mais, vou direto ao ponto: estou sendo enganada há muitos anos. Pode parecer um tanto óbvia essa minha afirmação, mas faço questão de fazê-la. Os que me conhecem, sabem o quanto venho sofrendo com os gestores que tentam me administrar. Começo por Armando Batalha, que assumiu a prefeitura e não fez tanto quanto poderia. Depois veio Zezinho da Everest, o José Correia Santos Neto, que teve uma gestão muito turbulenta. Zezinho foi vítima de leptospirose e faleceu antes mesmo de cumprir seu mandato. É uma história muito triste, a qual prefiro nem lembrar. Nessa época, o prefeito interino era o Alexsander Andrade, o conhecido Alex Rocha, meu atual gestor. Ou melhor, Alex foi um dos que assumiram a prefeitura, pois não posso esquecer que Carlos Umbaubá também me comandou durante alguns meses.

Enfim, como disse anteriormente, Alex Rocha é o meu atual prefeito. Lembro-me do período de campanha. As pessoas acreditavam que ele seria o único responsável pelo meu avanço. A população estava decepcionada com a falta de respeito e apostou em Alex, o novo, aquele que poderia mudar toda aquela situação. Quanta utopia! Quanto arrependimento! Após três anos de gestão, eu realmente mudei, mas para pior. Ouço reclamações diárias de tudo que há de errado por aqui. Tem gente reclamando da saúde, dos postos que não funcionam e até do hospital que, diga-se de passagem, não existe. Sobre mim, cai o pranto de muitas famílias vítimas da violência que me invade dia após dia, tornando-me uma das cidades mais violentas desse Estado. Minhas ruas estão esburacadas. A poeira das obras inacabadas deixa-me ainda mais velha. Confesso: estou farta de tantos problemas.

E agora, vejam só! Estão me maquiando para o próximo dia 08 de julho. Neste dia, todos estarão comemorando os 191 anos da emancipação sergipana. Também será entregue oficialmente o diploma de título de Patrimônio Cultural da Humanidade. Até Ana de Hollanda, ministra da Cultura, disse que estará presente. Para a solenidade, já estão montando, na Praça São Francisco, uma bela estrutura. Os meus buracos estão sendo tapados com um asfalto que, possivelmente, daqui a mais um mês, terá de ser trocado novamente. As calçadas já foram pintadas e a grama foi aparada. Claro! Acham que a ministra e todos os demais convidados poderiam conhecer minha triste realidade? Não. Está sendo difícil cobrir as mazelas do descaso, mas nada que uma boa cal e alguns retoques não resolvam.

Na verdade, o que eu queria mesmo era não precisar me maquiar tanto para eventos como esses. Eu queria ser bem cuidada, bem administrada. Queria ver minha gente feliz e cheia de orgulho por morar em mim. Infelizmente, não é isso que vejo, mas carrego esse sonho comigo. Por isso, caros leitores, peço a ajuda de todos vocês nessa luta. Não sei mais a quem pedir. Não sei qual autoridade será capaz de fazer algo por mim. Mas peço ao meu povo que não desistam dessa menina. É! Menina mesmo! Não me abandonem, não deixem que escondam os erros e a podridão acumulada durante tantos anos.
Não preciso de maquiagem e muito menos de homenagens. Preciso de mudança e mudança de verdade.
Aqui termino o meu pedido. E se pedir não for suficiente, considerem estas palavras como o apelo de uma cidade que está CANSADA DE SOFRER.

Grata,
São Cristóvão, berço de Sergipe.

Lays Millena
Estudante de Jornalismo na Unit e Letras Português-Espanhol na UFS.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Ah! Se eu pudesse...


Ah!Se eu pudesse controlar o tempo...
Prolongaria momentos
Tão bons e prazerosos
Como a beleza de um luar.

Relembraria a minha infância
Traria à minha lembrança
Os brinquedos e a inocência
De alguém que sabia viver.

E os meus erros, concertaria
alguns, novamente os cometeria.
Talvez perdoasse mais,
talvez me enganasse menos.

Ah!Se eu pudesse desenhar o mundo
as pessoas seriam anjos
sempre dispostos a ajudar.

O nosso planeta,
teria forma de coração
não haveria poluição
nem crianças sem um lar

O barulho da chuva seria canção
e todos dentro desse coração
amariam sem cessar

Ah!Se eu pudesse ser mais humano...
Controlaria,desenharia,viveria
em um mundo melhor.
E o respeito faria parte da constituição brasileira
Onde o amor seria lei;
Felicidade, um ideal
E enfim saberíamos o que é viver