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| Cerca de 300 pessoas foram ao Grupo Trabalhadores do Bem |
Uma das coisas mais certas que ouvi até hoje é que sempre haverá uma “primeira vez” para tudo na vida. Quem não se lembra do primeiro beijo, da primeira bicicleta ou, em tempos modernos, do primeiro smartphone? Em cada fase, carregamos experiências diversas, umas menos importantes que outras, mas todas elas com um significado especial. Após algum tempo sem postar nada no blog, trago a você, amigo leitor, uma experiência inesquecível vivida por mim na quinta-feira, 12/4. Antes de continuar a leitura, peço que, se possível, deixe de lado qualquer preconceito religioso e tente absorver a beleza e aprendizado da mensagem.
Tudo começou na manhã da quinta, por volta das 11h30, quando vi, em uma postagem no facebook, que os médiuns Rogério Leite e Marli Mansini (esposa dele) estariam no Grupo Trabalhadores do Bem para realizar uma sessão de psicografia. Impulsionada pela curiosidade e esperança, fui o mais depressa possível para o local, mas todas as senhas já tinham sido esgotadas. As senhas servem para que as pessoas tenham uma breve entrevista com os médiuns, onde se perguntam o nome dos entes queridos falecidos, a data em que morreram e a causa da morte. É algo rápido, sem muitos detalhes. Bom, depois de me conformar com o meu atraso, fiquei aguardando o tão esperado momento da psicografia. As pessoas não paravam de chegar. Pelas contas, cerca de 300 pessoas estavam presentes quando a sessão começou. Rogério e Marli passaram muito tempo em uma sala, se preparando para a sessão, que começou às 16h.
Coração na mão. Em cada rosto, a esperança de receber uma carta consoladora de alguém amado. Durante cerca de uma hora e meia, os médiuns psicografaram várias cartas. Marli foi a primeira a ler os relatos. E é exatamente nesse momento que todos deixam de lado qualquer preconceito religioso e enxergam um novo horizonte, cheio de alegria e paz. A médium lia as cartas e detalhes minuciosos arrepiavam todos. Imagine alguém, que você nunca viu na vida, ler uma carta com nomes de seus parentes, histórias pessoais e coisas que só você sabe. É exatamente assim que acontece. Enquanto Marli fazia as leituras, cada mãe, tia, pai, avó se levantava e, ao final, ia à frente pegar a carta. Em um relato, lembro que um rapaz falou, inclusive, que a maior vontade dele era ligar para o telefone (79) xxxx-xxxx, cujo número não me recordo agora, mas confirmado pela família. Continuando o relato, o homem dizia que, na impossibilidade de ligar, “se contentava com a tinta da caneta”. Todos ficaram boquiabertos. Para não deixar dúvidas pairando no ar, a assinatura presente no texto era exatamente IGUAL à do(a) falecido(a). Logo depois, Rogério leu as mensagens que conseguiu psicografar e a emoção se repetiu. Segurar as lágrimas? Duvido que alguém tenha conseguido. Ao final, foi realizada uma prece de agradecimento a Deus por aquelas horas tão gratificantes. Marli anunciou que ela e o marido já receberam convite para retornar a Aracaju em agosto. A espera será um tanto longa, mas a alegria de tê-los aqui é infinitamente maior.
Amigo(a) leitor(a), sei que o texto já está grande, mas palavras não são suficientes para descrever a emoção que senti naquele dia. As pessoas têm um preconceito enorme com o espiritismo, mas não podemos negar as coisas boas que essa comunidade proporciona. A fraternidade espírita é latente. O amor, carinho e cuidado são características próprias desses grupos que, diferente de muitos, acreditam que a nossa vida na Terra é passageira, porque, na realidade, tudo ganha sentido quando retornamos ao plano espiritual. Naquele dia, deixei de lado a aula que tinha na universidade e, se tivesse oportunidade, faria tudo outra vez. A felicidade dos irmãos também é nossa e ver a alegria estampada nos rostos mexeu muito comigo. Como a própria Marli disse, devemos lembrar o exemplo de Maria, mãe de Jesus, que doou o próprio filho e também sentiu a dor de vê-lo morrer. Sigamos também o exemplo dessa grande mulher, no que se refere ao respeito e amor ao próximo. Deus nos ama e cuida de nós em todos os momentos. Façamos isso também com os nossos irmãos!
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| Compare as assinaturas da carta com a do documento. Grande semelhança. Foto extraída do site Cartas Consoladoras, postada pela mãe do garoto. |
*Se quiser conhecer melhor o trabalho dos médiuns Rogério H. Leite e Marli Mansini, acesse o site http://cartaconsoladora.com.br/


OS espíritos nos trazem mensagens de conforto. Deve ter sido uma experiência fantástica mesmo, Lays! Queria eu ter o merecimento para receber uma comunicação tb. Mas muitas vezes me comunico em sonhos.. o que são verdadeiros encontros. Luz divina pra vc, querida!
ResponderExcluirFoi fantástica mesmo! Não recebi mensagem, mas a alegria dos que receberam me preencheu! Luz para todos nós, Ítalo! Beijo!
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